Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
Convidamos você a ler 1 capítulo por dia da Bíblia. Esse hábito irá transformar nossas vidas!
Acesse a Bíblia: Bíblia Sagrada e Bíblia Sagrada em áudio Narrada por Cid Moreira
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A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O Valor da honestidade
“Usem um peso integral e justo, e uma medida integral e justa; para que se prolonguem os seus dias na terra que o Senhor, o seu Deus, lhes dá.” Deuteronômio 25:15
Deus não aprova a injustiça, a corrupção e a desonestidade. Ele quer que sejamos corretos em nossos negócios e relacionamentos, e que o inocente seja absolvido e o condenado, culpado. Mas até a punição justa tem limites, assim como o castigo dos ímpios não será indefinido, eterno. Aqueles que vivem como o Senhor quer terão paz.
O verso 4 mais uma vez mostra o cuidado e a preocupação de Deus com os animais. “O serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais, merece reconhecimento” (CBA, v. 1, p. 1.144). Sejamos bondosos com Suas criaturas.
Verso 7: “A lei não exigia que o irmão se casasse com a viúva se não sentisse que pudesse amá-la” (CBA, v. 1, p. 1.145). Deus respeita a liberdade de Seus filhos e quer que o amor conjugal seja verdadeiro.
Versos 15 e 16: Deus detesta a desonestidade, pois ela vai contra Seu caráter justo e prejudica pessoas.
Verso 19: quando Deus nos der o descanso final, enxugará de nossos olhos toda lágrima e as tristezas serão esquecidas.
Promessa: Devemos nos lembrar de esquecer o pecado que nos faz sofrer (v. 19). Deus nos promete perdão e poder para viver uma vida santa.
“Usem um peso integral e justo, e uma medida integral e justa; para que se prolonguem os seus dias na terra que o Senhor, o seu Deus, lhes dá.” Deuteronômio 25:15
Deus não aprova a injustiça, a corrupção e a desonestidade. Ele quer que sejamos corretos em nossos negócios e relacionamentos, e que o inocente seja absolvido e o condenado, culpado. Mas até a punição justa tem limites, assim como o castigo dos ímpios não será indefinido, eterno. Aqueles que vivem como o Senhor quer terão paz.
O verso 4 mais uma vez mostra o cuidado e a preocupação de Deus com os animais. “O serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais, merece reconhecimento” (CBA, v. 1, p. 1.144). Sejamos bondosos com Suas criaturas.
Verso 7: “A lei não exigia que o irmão se casasse com a viúva se não sentisse que pudesse amá-la” (CBA, v. 1, p. 1.145). Deus respeita a liberdade de Seus filhos e quer que o amor conjugal seja verdadeiro.
Versos 15 e 16: Deus detesta a desonestidade, pois ela vai contra Seu caráter justo e prejudica pessoas.
Verso 19: quando Deus nos der o descanso final, enxugará de nossos olhos toda lágrima e as tristezas serão esquecidas.
Promessa: Devemos nos lembrar de esquecer o pecado que nos faz sofrer (v. 19). Deus nos promete perdão e poder para viver uma vida santa.
Comentário
Dt 25 – Deus não aprova a injustiça e a corrupção; Ele deseja nos dar paz.
Dt 25:1 – O desejo de Deus é que o inocente seja absolvido e o condenado, culpado. Deus é justo.
Dt 25:3 – Até a punição justa tem limites, assim como o castigo dos ímpios não será indefinido, eterno.
Dt 25:4 – Outra passagem que mostra o cuidado e a preocupação de Deus com os animais. Devemos fazer menos? “O serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais, merece reconhecimento” (CBA, v. 1, p. 1.144).
Dt 25:5 – O levirato era costume comum entre muitos povos antigos e foi também adotado em Israel.
Dt 25:7 – “A lei não exigia que o irmão se casasse com a viúva se não sentisse que pudesse amá-la” (CBA, v. 1, p. 1.145).
Dt 25:9 – É provável que a tradução correta seja cuspir “ao lado” ou “diante de”, o que seria algo humilhante (CBA, p. 1.145).
Dt 25:15, 16 – Deus detesta a desonestidade.
Dt 25:19 – Quando Deus nos der o descanso final, enxugará de nossos olhos toda lágrima e as tristezas serão esquecidas.
Dt 25:19 – Devemos nos lembrar de esquecer o pecado que nos faz sofrer.
Dt 25 – Deus não aprova a injustiça e a corrupção; Ele deseja nos dar paz.
Dt 25:1 – O desejo de Deus é que o inocente seja absolvido e o condenado, culpado. Deus é justo.
Dt 25:3 – Até a punição justa tem limites, assim como o castigo dos ímpios não será indefinido, eterno.
Dt 25:4 – Outra passagem que mostra o cuidado e a preocupação de Deus com os animais. Devemos fazer menos? “O serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais, merece reconhecimento” (CBA, v. 1, p. 1.144).
Dt 25:5 – O levirato era costume comum entre muitos povos antigos e foi também adotado em Israel.
Dt 25:7 – “A lei não exigia que o irmão se casasse com a viúva se não sentisse que pudesse amá-la” (CBA, v. 1, p. 1.145).
Dt 25:9 – É provável que a tradução correta seja cuspir “ao lado” ou “diante de”, o que seria algo humilhante (CBA, p. 1.145).
Dt 25:15, 16 – Deus detesta a desonestidade.
Dt 25:19 – Quando Deus nos der o descanso final, enxugará de nossos olhos toda lágrima e as tristezas serão esquecidas.
Dt 25:19 – Devemos nos lembrar de esquecer o pecado que nos faz sofrer.
Comentário Blog Associação Geral
Deuteronômio 25 continua a abordar questões que lidam com as leis de Deus para a boa convivência entre os israelitas. Os versículos 13 a 16 falam sobre ser justo em nossos relacionamentos comerciais com os outros, tanto comprando quanto vendendo. Devemos ser honestos, responsáveis e agir sempre com integridade.
Há duas maneiras de responder a esse conselho divino: uma é ser desleal, desonesto,
injusto. Essa escolha tem conseqüências imediatas e de longo prazo. Primeiro, teremos conflitos em nossos relacionamentos interpessoais; em segundo lugar, e a conseqüência mais séria, é ser rejeitado por Deus e perder a vida eterna.
A outra opção é ser justo, honesto, responsável e consistente em nossas práticas de negócios. Essa escolha também tem consequências imediatas e de longo prazo. Primeiro, vamos desfrutar de respeito na sociedade; segundo, e acima de tudo, teremos o favor de Deus. O Senhor nos aconselha a sermos justos “para que se prolonguem os vossos dias na terra que o Senhor vosso Deus vos dá” (v. 15). Lembre-se de que “o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).
Víctor Augusto Choroco
Diretor da Faculdade de Teologia
Universidade Adventista da Bolívia
Deuteronômio 25 continua a abordar questões que lidam com as leis de Deus para a boa convivência entre os israelitas. Os versículos 13 a 16 falam sobre ser justo em nossos relacionamentos comerciais com os outros, tanto comprando quanto vendendo. Devemos ser honestos, responsáveis e agir sempre com integridade.
Há duas maneiras de responder a esse conselho divino: uma é ser desleal, desonesto,
injusto. Essa escolha tem conseqüências imediatas e de longo prazo. Primeiro, teremos conflitos em nossos relacionamentos interpessoais; em segundo lugar, e a conseqüência mais séria, é ser rejeitado por Deus e perder a vida eterna.
A outra opção é ser justo, honesto, responsável e consistente em nossas práticas de negócios. Essa escolha também tem consequências imediatas e de longo prazo. Primeiro, vamos desfrutar de respeito na sociedade; segundo, e acima de tudo, teremos o favor de Deus. O Senhor nos aconselha a sermos justos “para que se prolonguem os vossos dias na terra que o Senhor vosso Deus vos dá” (v. 15). Lembre-se de que “o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).
Víctor Augusto Choroco
Diretor da Faculdade de Teologia
Universidade Adventista da Bolívia
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Cada revelação divina é importante para cada ser humano em todos os tempos, se bem compreendida em seu devido contexto.
Tópicos do capítulo em apreço:
1. Orientações para o tribunal lidar com encrenqueiros (vs. 1-3);
2. Orientações para lidar com o boi (v. 4);
3. Orientações quanto ao parente de um falecido que deixou a esposa (vs. 5-10);
4. Orientações à mulher que ao brigar aperta no homem seus testículos (vs. 11-12);
5. Orientações quanto aos pesos e medidas justos (vs. 13-16);
6. Orientações em relação ao que fazer com os Amalequitas por terem afligido e destruído aos israelitas pelas costas, atacando aos mais fracos (vs. 17-19).
Deus preza pela justiça (vs. 1-4), pela família (vs. 5-12), pela honestidade (vs. 13-16) e pelo Seu povo, inclusive os frágeis (vs. 17-19). Deus ama, cuida e orienta; deseja o bem, prosperidade e felicidade de Sua igreja mesmo sabendo que dentro dela possa existir brigas, injustiças e debilidades.
Por isso, o plano divino visa a santificação do povo amado. “Os versículos de 1 a 12, as leis finais sobre a santidade do reino (23:1–25:12), resguardavam a santidade do homem como portador da imagem de Deus. Os versículos 13-19 concluem as leis do respeito pelas ordens da natureza, da família e da teocracia (vs. 22-25), tal como foram começadas (conf. 22:1-4), com o princípio da regra de ouro” (D. L. Moody).
O versículo 4 parece deslocado neste capítulo: “Não atarás a boca do boi, quando trilhar”. Ainda que pareça insignificante ele foi citado duas vezes pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 9:9 e 1 Timóteo 5:17-18. Aplicação: Se devemos respeitar animais que nos servem, quando mais os seres humanos criados à imagem de Deus!
DEUS…
· …quer levar-nos a um lugar melhor, mas devemos permitir que Ele melhore nosso comportamento.
· …não quer que percamos as iguarias da Nova Terra com as baixarias da Velha Terra.
Deus é justo e espera justiça de Seu povo e até daqueles que não O servem. Principalmente aos que afirmam servir ao justo Deus, a justiça deve caracterizar suas atitudes rotineiras. A vida secular deve ser regida por Deus em cada detalhe. As atividades fora da igreja devem seguir as orientações divinas tanto quanto as cerimônias eclesiásticas.
“Senhor, guia-me em santidade!” – Heber Toth Armí
Cada revelação divina é importante para cada ser humano em todos os tempos, se bem compreendida em seu devido contexto.
Tópicos do capítulo em apreço:
1. Orientações para o tribunal lidar com encrenqueiros (vs. 1-3);
2. Orientações para lidar com o boi (v. 4);
3. Orientações quanto ao parente de um falecido que deixou a esposa (vs. 5-10);
4. Orientações à mulher que ao brigar aperta no homem seus testículos (vs. 11-12);
5. Orientações quanto aos pesos e medidas justos (vs. 13-16);
6. Orientações em relação ao que fazer com os Amalequitas por terem afligido e destruído aos israelitas pelas costas, atacando aos mais fracos (vs. 17-19).
Deus preza pela justiça (vs. 1-4), pela família (vs. 5-12), pela honestidade (vs. 13-16) e pelo Seu povo, inclusive os frágeis (vs. 17-19). Deus ama, cuida e orienta; deseja o bem, prosperidade e felicidade de Sua igreja mesmo sabendo que dentro dela possa existir brigas, injustiças e debilidades.
Por isso, o plano divino visa a santificação do povo amado. “Os versículos de 1 a 12, as leis finais sobre a santidade do reino (23:1–25:12), resguardavam a santidade do homem como portador da imagem de Deus. Os versículos 13-19 concluem as leis do respeito pelas ordens da natureza, da família e da teocracia (vs. 22-25), tal como foram começadas (conf. 22:1-4), com o princípio da regra de ouro” (D. L. Moody).
O versículo 4 parece deslocado neste capítulo: “Não atarás a boca do boi, quando trilhar”. Ainda que pareça insignificante ele foi citado duas vezes pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 9:9 e 1 Timóteo 5:17-18. Aplicação: Se devemos respeitar animais que nos servem, quando mais os seres humanos criados à imagem de Deus!
DEUS…
· …quer levar-nos a um lugar melhor, mas devemos permitir que Ele melhore nosso comportamento.
· …não quer que percamos as iguarias da Nova Terra com as baixarias da Velha Terra.
Deus é justo e espera justiça de Seu povo e até daqueles que não O servem. Principalmente aos que afirmam servir ao justo Deus, a justiça deve caracterizar suas atitudes rotineiras. A vida secular deve ser regida por Deus em cada detalhe. As atividades fora da igreja devem seguir as orientações divinas tanto quanto as cerimônias eclesiásticas.
“Senhor, guia-me em santidade!” – Heber Toth Armí
